
Pavilhão Dançante
arquitetura interativa
RIO DE JANEIRO, BRASIL, OLIMPÍADAS, 2016.
Sensores espalhados dentro da pista de dança captam a música e a agitação das pessoas dançando, e assim, movimentam os motores com espelhos localizados na fachada do edifício. O resultado é uma arquitetura cinética que hipnotiza as pessoas e transforma o espaço na balada mais animada das Olimpíadas 2016.
Sob o Sol, esse prédio cinético cria grafismos de luz e sombra no piso e no seu entorno. À noite, com as luzes, o edifício explode de modo dramático, chamando a atenção ao longe quando se entra no Parque Olímpico. Arquitetura emotiva que se arrepia como um corpo excitado.
Ao criar essa experiência de design e tecnologia, buscamos provocar os visitantes do maior evento esportivo do planeta. Tirá-las do lugar comum e levá-las para um estado de sonho, de alegria e de escapismo.
Vencedor nas premiações: Prix Versailles 2017, CODA Awards 2017 e IF Gold Award 2018.



Como seria dançar dentro de um globo de espelhos de discoteca?
O edifício foi projetado para uma marca de cerveja brasileira, para abrigar música, festas, djs e shows. Localizado no Parque Olímpico da Barra, no Rio de Janeiro, o edifício possuí uma pele arquitetônica interativa.
O lado de fora dessa pele metálica é composto de diversas cores, que sugerem diversidade. Por dentro, uma gigante superfície de espelhos.
Sensores espalhados dentro da pista de dança, permitem que essa pele reaja à estímulos, como a música, a agitação das pessoas. Essa Arquitetura Interativa é feita por cerca de 500 espelhos redondos que giram, abrem e fecham, criando efeitos ópticos.



